Archive for the ctrl+c ctrl+v Category

We All Want to Be Young

Posted in ctrl+c ctrl+v, o mundo (essa folia), super internet world on 9 de novembro de 2010 by mari messias

O filme ‘We All Want to Be Young’ é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo e a casa da @cracoland.

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Agradecimento:
Zeppelin Filmes

box1824.com.br

P.S.: Eu não morri, juro. Breve voltarei.

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Ahoy, adjust your sails, matey

Posted in ctrl+c ctrl+v, idéia não tem dono, ieieie, super internet world on 28 de setembro de 2009 by mari messias

A bela paródia acima foi indicação do Fzero (depois dizem que eu exagero, mas meus amigos de IRC são massa, mes).  Da pra ler o post original do Boing Boing aqui.

Pra quem não sabe, a Lily Allen, conhecida por sua histeria pública (lembra quando ela chorou no seu Myspace brigando com alguém, acho que Amy Winehouse? Eu nunca esquecerei, sério, trauma) tem dado vexame pelo mundo. De novo.

Aqui post do Arnaldo Branco sobre isso.

Nem vou me dar ao trabalho de falar longamente sobre, deixo mil links, mas achei relevante citar que, dada a maleabilidade das noções de copyright, Lily tem sido exposta por burlar a lei ela mesma.

Vale lembrar que o chilique é tamanho que A Allen disse que vai largar a música. Me recuso a fazer piadas óbvias.

Copyright é o novo pecado, só existe no dos outros. Eu não, eu sou a pessoa mais santa e idealista desse mundo. Em homenagem a isso, fiquem com Solomon, amigo do único Allen que vale nota:

É um absurdo que me achem louco. Logo eu, que sou a pessoa mais santa e idealista desse mundo desvairado de hoje. Os verdadeiros santos eles consideram loucos, eles é que são loucos. Um doido me bate a carteira e eu acabo enfiado numa camisole de force por não ter sido suficientemente amoral. Os padres vêm ajudar estes insetos perdoando tudo na confissão.

Eu que sou letrado, eu que sou poeta, eu que sou bom, eu que renunciei ao mal, eu que não uso drogas, eu que não roubo, eu que não sou comunista, eu que tento agradar, eu que perdôo os nazistas, eu que não sou Leopold nem Loeb, eu que não vingo, eu que sou tranqüilo e auto-suficiente – insultado, violentado, etcterado por vocês por não corresponder ao seu estereótipo imaginário de mim.

E Rimbaud, Artaud, Baudelaire? Quem são vocês, bando de canalhas nojentos com sua falsa respeitabilidade. Seus babacas vestidos de polícia, vocês e seus cus paranóicos.

Seu companheiro de guerra é seu próprio cu e eu não vou salvar vocês. Não vou salvar vocês dos russos, dos chinas, dos cubanos, dos ladrões do Harlem, nem dos porto-riquenhos pirados. Vão travar sozinhos suas batalhas valentes contra criminosos. EU ME RECUSO A SERVIR. EU ME RECUSO A AJUDAR SYGMAN RHEE EU ME RECUSO A AJUDAR CHIANG KAI CHEK EU ME RECUSO A AJUDAR FRANCO VÃO SE FODER.

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Operas

Posted in ctrl+c ctrl+v, ieieie, super internet world on 20 de agosto de 2009 by mari messias

Então, assim como as línguas, os livros, a cocaína e quase tudo nessa vida, também a internet tem o dom de desviar do objeto original de busca. Twittter, aka, microblogging, ja foi usado pra uma centena de coisas que não micro posts sobre si (ainda que também seja usado pra isso). Um tempo atrás li que o grande lance era a linkagem (troca de links) entre amigos e empresas. O que me deixa muito tensa pensando como Google filtra aqueles micro linkezinhos malditos. Acho que nem rola, né? Mas, ok. Adiante.

Agora, o Royal Opera House de Londres ta esse mesmo recurso pra construir uma opera, twitteropera?, que pretende ser apresentada no começo de setembro. Todos sabemos que criações coletivas costumam ser uma porcaria, mas o motivo é bem claro, né. Lá no primeiro post eles dizem:

Unfortunately, we’ve not been very good at blogging in the past, but we’ve just started a new project that we’re very excited about, and which we hope will breathe some new life into this old blog.

Não sou do tipo que ache extremamente necessário popularizar as coisas por novos meios, forçosamente. Acho que tudo encontra seu caminho, que a vida são ciclos e voltimeia, estamos batendo num negócio que achavamos que já estava morto. Não que operas tenham a chance de vir a ser ultra mega pops, mas nos anos 90 os Carmina Burana bombaram, se alguém lembra. Quem diria.

De toda forma, isso muito me atrai pela maneira de reinventar, reutilizar os meios. Ainda que, vamos e venhamos, não seja a mais criativa, esteja longe de ser a mais criativa, na verdade, é sempre uma tentativa. Tentar já vale alguma coisa.

Só duvido que seja mais bonita&épica que essa aqui

The Cut-Ups

Posted in ctrl+c ctrl+v, idéia não tem dono, maconha, rubens ewald tchora on 5 de julho de 2009 by mari messias

Yes? Hello! Look at that picture. Does it seem to be persisting? Yes? Hello! Good! Thank you!

The Cut-Ups é um filme experimental do Antony Balch e do Burroughs que deveria fazer parte de um documentário sobre o Burroughs chamado Guerrilla Conditions, filmando entre 61-65, mas que acabou nunca rolando.

O filme utiliza a idéia de cut up, como o nome sugere, que é crtl+x e ctrl+v de textos randomicamente, criando um novo texto. Tipo fazemos com imã de geladeira, sms de bêbado, idolatria de jovem.

Seguem os links, vejão o filmeco, sidivertem. #porumdomingomenosmalaUFA

Eu duvido, mas

Posted in ctrl+c ctrl+v, ieieie, o mundo (essa folia) on 25 de junho de 2009 by mari messias

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Esse eu roubei daqui, mas nós tivemos essa idéia antes aqui (dizai, arrasamos ou não? adoro plural deslocado. mas nesse caso, Marx tava envolvido, mermo)

Ainda duvido, sério mesmo. Deve ser tipo quando Silvio Santos morreu. Toda forma, ouço Off the wall e choro (as porcarias das incorporações foram desativadas), então ficão com outro clássico imortal :~ (NOSSA, como amo)

WUW, michael

‘Charlie Rose’ by Samuel Beckett

Posted in ctrl+c ctrl+v, idéia não tem dono, super internet world on 15 de junho de 2009 by mari messias

Remix my life é a nova onda do imperador aqui em casa. Charlie Rose, pros leigos. Google, pros leigos.

I’m freak to do what I want

Posted in ctrl+c ctrl+v, super internet world on 9 de junho de 2009 by mari messias

“It’s necessary to reform the copyright legislation to ensure that citizens’ right to privacy is respected.”

Milton me avisou que os adoráveis membros do Pirate Party conseguiram seu primeiro assento no Parlamento europeu. Regozijo, ein, moçada?

Isso tudo acontece como uma resposta ao, claro, julgamento do Pirate Bay (aqui e aqui), mas também à nova lei de copyright da Suécia (sobre a qual escrevi aqui) que é invasiva e ignora totalmente que Delorean era uma obra de ficção. Andamos pra frente, sacão?

Pois, eu estava falando com um amigo meu, explicando por qual motivo eu não concordo totalmente com a divisão de realidade real e realidade virtual. Eu acho tal divisão uma criação da geração que nos antecede, que viveu essa transição de maneira mais brutal. Nós, pandinhas do www, nem sempre precisamos essas fronteiras no sentido limitante. Isso não quer dizer que somos esquizos, muito pelo contrário. Nós usamos os recursos que temos em nosso favor. Esse é o mundo, prove como preferir. Coisassim.

E nesse sentido, mais uma vez a internet (agora com essa vitória dos pirateadores)  afirmou aquilo que nós, ornitorrincos do P2P, já falamos tem pelo menos um ano, que os mundos delá e decá tendem a ter suas fronteiras borradas cada dia mais.

Eu sei que pro usuário pesado isso já até soa antiquado, mas pense. É a primeira vez (que marco esse, ein) que a voz online tem representação offline. Obrigado, mundocético, mas eu vejo as grandes fronteiras se alargando pra deixar bem claro que também fora, como dentro, somos participativos, não aceitamos noções cagadas em nossas cabeças.

E isso é quase um começo de implementação do mondo anarco (anarco me lembra anaconda, juro) fora dos nossos domínios anárquicos privados. E sobre a possibilidade do surgimento do anarco-alguma-coisa falou Kropotkin, genial de tão estúpido, que são necessárias causas, circunstâncias pra rolar rebelião. Mas aí, uma rebelião dentro do sistema pode ser negada como uma rebelião pelos turrões vintagistas, mas eu digo que estamos alargando os conceitos de sistema, anarco-o-que-for, e todos esses jargões que viraram conversa fiada do PSOL em breve poderão evadir de nossas mentes, finalmente.

Mas eu não me iludo tanto assim. Sei que, em se tratando de Brasil, mesmo sendo um país com tanta gente conectada tanto tempo (ajudaria lembrar onde li, mas acredito que somos o país que fica MAIS TEMPO conectado, algo assim. Não fique bege, sempre estivemos entre os primeiros, isso daria um belo post sobre nossa gana por conhecimento que só encontra saída online), nada se construirá mais rápido que em Gizé, mesmo que contratemos. Empreiteiros, capangas, o negócio aqui não é sueco.

Por fim, o parlamento europeu tem 785 lugares. A Wired pergunta aos leitores se eles acham que um lugar faz diferença. Eu acho que, conforme diriam os grandes cabeçudos do mundo, o erro está nessa pergunta deles. Esse lugarzinho (parece que existe a possibilidade de mais um, ê?) bombou geral meu coração.

P.S.: Aviso que estou fazendo um micro trabalhinho pra faculdade que em breve (breve de faculdade, não de internet) disponibilizo aqui. Nele eu trato um pouco desse tema cativante chamado direito autoral. Pensei em dizer que seria mais cabeçudo que o normal da bloga, mas minha memória me traiu nessa afirmação.

P.S.II: Também enviado pelo Milton eis o filme reciclado! Belíssima paródia de filmes, de reciclagem, de tudo. Remix que me fez ter espasmos de rir. Pra saber mais leia no PontoEletrônico ou na Wired, sim?

RiP: A remix manifesto

Posted in ctrl+c ctrl+v, deveras pessoais, o mundo (essa folia), quotes da rapeize, super internet world on 10 de abril de 2009 by mari messias

Bom, imagino que entre vocês existam pessoas sábias que leiam o Ponto Eletrônico, conforme sugerido anteriormente. Na verdade eu tenho amigos que inclusive MIGRARAM pra lá deixando a bloga abandonada, gostaria de dizer que tal comportamento não será aceito de forma alguma. Lenin está vendo, ein. Hshshshs.

Todas forma, la falamos (nos comments do nosso post lá Desi colocou link pro Torrent dos capítulos) desse documentário sobre remix, mas não só. Sobre copyright e toda a história do copyright na nossa cultura atual pra chegar até o ponto onde estamos.

O filme é o primeiro documentário open source, ie, foi criado com ajuda de centenas de pessoas pelo mundo, internet essa folia, ao longo de seis anos. E pode ser assistido em capítulos no site.

*momento confessionário*

Preciso dizer que, enfim, vocês já devem ter notado que eu acredito em cinismo diogeníaco e essas coisas mexem comigo mesmo. E, como disse o autor, deve ser pq eu e internet nascemos juntas e crescemos juntas e, pra mim, ela sempre foi um Eldorado.

Se engana quem pensa que eu sou estranha agora. Agora eu sou bem civilizadinha. Eu era estranha mesmo quando era criança e adolescente. Eu não tinha a menor noção mesmo. E imagine, se Porto Alegre me parece pequena e chata demais ainda hoje, que sou uma adulta quase civilizada, pense quando você é uma criança nerd explosion filha de artistas com prazeres como passar o sábado em bibliotecas sozinha em silêncio.

Então, internet.

E isso parece um relato romântico, mesmo. Mas quando eu comecei a ter acesso a wide wide world of web (copyright Joy) e, posteriormente, conheci o incrível #illu, porra, explodiu minha cabeça e eu pensei: it’s good to be me.

*fim do momento confessionário*

Por isso eu prezo tanto o mundo anárquico da internet. Ainda que eu ache que existe espaço para aprimoramento, claro, é o Eldorado de todo ser que vê conhecimento como bem que deve ser universal&infinito. Tipo um deus, mesmo.

E quando o filme fala das possibilidades de nos relacionarmos com esse conhecimento, da euforia de trocar mundafora nonstop, aí é que nos esquecemos e colocamos mascaras de seriedade social pra não ver os aspectos mais doces que a Internet trouxe pra nossa vida e que não vão embora.

E negar isso é só tornar feio o belo, fazer com que tenhamos vontade de ser underdogs no lugar que nos fez ver que ninguém é deslocado o suficiente, o mundo é grande.

Cito Gogol Bordello depois de anos: “Of course there is no us and them, but them they do not think the same”.

E vejam lá e fiquem com o coração grande. O que, aliás, me lembra minha ex-síndica que me disse, certa feita: “Meu marido morreu de Doença de Chagas. Com o coração tão grande quanto viveu”. E quem ousaria dizer que aquela senhorinha sorumbática seria capaz metáfora tão doce e bizarra? Internet pra ela, ermão.

OMG

Posted in ctrl+c ctrl+v, idéia não tem dono, nadavê véiô, o mundo (essa folia) on 12 de fevereiro de 2009 by mari messias

Buscando no Youtu por um poeta lá me deparei com essa coisa OMGWTF.

O cara se especializou nessa bizarria, aqui ta o canal de Dailymotion dele. E vou ler que tou passada. Os olhos são o mais difícil de esquecer.

O.O

Justiça

Posted in ctrl+c ctrl+v, maconha, o mundo (essa folia), poesia visual on 6 de fevereiro de 2009 by mari messias

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Jack Torrance finalmente tem seu talento reconhecido e faz sua entrada no cânone, a machadadas. É com um alegre OBAOBA que comunico para o amado leitor da bloga que agora temos acesso a publicação do genial “All work and no play makes Jack a dull boy”, ainda que de forma póstuma.

Até então somente disponível para poucos entendidos, seu livro deixou todos que entraram em contato com ele em estado de choque. Desde já candidato fortíssimo para um Gênio II, ein? Taí um pedaço, se deixem cativar:

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P.S: Noah alerta que parte (ou todo, depende de prisma) do livro pode ser lido na obra de Solomon.