Archive for the poesia visual Category

Ainda nas comemorações

Posted in idéia não tem dono, poesia visual on 31 de outubro de 2012 by mari messias

(gifeia, gif. wtf)

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R.I.P. Roberto Piva

Posted in idéia não tem dono, o mundo (essa folia), poesia visual on 3 de julho de 2010 by mari messias

Para o Carlinhos

vou moer teu cérebro. vou retalhar tuas
coxas imberbes & brancas.
vou dilapidar a riqueza de tua
adolescência. vou queimar teus
olhos com ferro em brasa.
vou incinerar teu coração de carne &
de tuas cinzas vou fabricar a
substância enlouquecida das
cartas de amor.

(música de Bach ao fundo)

(esse poema ta na coleção clássica da L&PM, Olho da Rua)

Sugestão para o Ministério da Saúde

Posted in poesia visual, reações adversas on 19 de abril de 2010 by mari messias

O amor inventado

Posted in degredo no olimpo, idéia não tem dono, maconha, poesia visual on 27 de agosto de 2009 by mari messias

Mad Girl’s Love Song

I shut my eyes and all the world drops dead;
I lift my lids and all is born again.
(I think I made you up inside my head.)

The stars go waltzing out in blue and red,
And arbitrary blackness gallops in:
I shut my eyes and all the world drops dead.

I dreamed that you bewitched me into bed
And sung me moon-struck, kissed me quite insane.
(I think I made you up inside my head.)

God topples from the sky, hell’s fires fade:
Exit seraphim and Satan’s men:
I shut my eyes and all the world drops dead.

I fancied you’d return the way you said,
But I grow old and I forget your name.
(I think I made you up inside my head.)

I should have loved a thunderbird instead;
At least when spring comes they roar back again.
I shut my eyes and all the world drops dead.
(I think I made you up inside my head.)

Sylvia Plath

XX

Foda esse poema da Plath, né? Nos lembra, também, que o belo&difícil -redun- é o amor real, não o inventado. Então, vou dormir feliz que tenho mais amor real&imortal que a galere de Sodoma. Familia et Famiglia, l’amour TRU. Danke you all, tem sido foda dividir o mundo com vocês. Claro, soft porn style, mas massa.

Aliás, essa coisa de SOFT PORN sempre me intrigou. É possível existir porn sem penetração? O princípio da coisa toda não seria EXATAMENTE isso? Fico realmente confusa com esses conceitos, juro. Segundo o José Paulo Paes, que ganhou a chave de oiro da Grécia (o que abre a chave de oiro da Grécia? Eis uma dúvida relevante), toda merda piora com a idéia de “consciência dividida” dos romanos, quando deixamos de lado a sacralização do amor/sexo/tudomaish e temos que ter duas vias pras coisas. Não pense porcaria, estamos falando de SOFTPORN.

Daí começou a rolar OPA, era um anjo em Sodoma, foimalz. All the time, juro. E, dizem, foi assim que surgiu o softporn. Com a clandestinidade religiosa do erotismo e a necessidade da indústria da época de encontrar novas formas de ver o milagre mais antigo do mundo. Priapo chorou no cantinho e o mundo nunca mais foi o mesmo.

Citarei uma coisa que me agrada muito e, ainda que não tenha relação aparente nenhuma, enfim, motivo pra que, estamos falando de softporn.

“Se nos homens os erros do amor ou da luxúria são tolerados devido ao atrevimento de seu sexo, nas mulheres eles são considerados pecados vergonhosos” (André Capelão)

Y tu achou que era moderno, né, bonito?

amor32

Pecha Kucha

Posted in o mundo (essa folia), poesia visual, reações adversas on 10 de agosto de 2009 by mari messias

Meus caros portoalegrinos, se aproxima o dia de tomada do Studio Clio. Será na belíssima noite de sábado (15/08), quando espero contar com vossas presenças morenas para saudar a fremossa Pecha Kucha Night Fever #7 (mais informações no link).

pkn7peq2

(minha apresentação, tosqueirarte. como levei indiretamente ao twitcher, achei por bem trazer aos de fora, que sempre curti chinelagem. hshshs.)

Apresentação da Cherry pode ser vista aqui, mas ao vivo estava simplesmente djenial. Quem não viu perdeu. Grande presença de palco, essencial ao bem estar da vida. Cabe lembrar que ela ta com um projeto muito legal pro Dia Mundial do Bambolê e tudo que tu precisa fazer é para de achar que cinismo é um way of life digno de alguém com mais de 12 anos e doar o mínimo de $5, saca? Com o dinheiro ela vai distribuir bambolês pra criançada e difundir a alegria por aí. Feito deveria ser sempre. Todo mundo colorido se divertindo. Da pra ler de maneira linear aqui.

Voltando pra PK#7, teve ainda Noah+Ramil com um vídeo lindíssimo que pode ser visto aqui, João arrasando, Trampo detonando nas melhores fotos, Kumpinski mandando muito muito bem, assim como Darisbo+Faraco (não, não ele), o Pexão com o tru arté, e TEC envenenando a geral, Cardoso e Marcela sendo os reys do ieieie do meu coração e Chico do Clio como a revelação hellenica e querida da noite.

Bom, é isso. Beijosiliga.

Lógica

Posted in poesia visual, quotes da rapeize, rubens ewald tchora on 25 de julho de 2009 by mari messias

Snap1

mari diz:
Indiana velho
só com PROZAC pra assistir
debret demaes
Eduardo diz:
é total debret
Indy deveria ser tipo
JAMES BOND
jamais envelhece, só fica mais feio

Gênesis 19:31

Posted in o mundo (essa folia), poesia visual on 17 de julho de 2009 by mari messias

laico

Leia mais aqui: Lei obrigará deputados da Paraíba a ‘refletir’ sobre a Bíblia antes das sessões

Real niggaz don’t lie

Posted in o mundo (essa folia), poesia visual on 16 de julho de 2009 by mari messias

yo_da

A mulher que não era bonita

Posted in idéia não tem dono, poesia visual on 20 de junho de 2009 by mari messias

emilydickinson

Talvez, por que vivesse angustiada, aflita
Amei uma mulher que não era bonita…

Mas eu sei não foi; foi um amor sincero.
Tanto a amei, tanto a quis, que inda a amo e inda a quero…

Capricho, coração, uma cousa qualquer,
Por que se quer e estima e se ama uma mulher…

Vocês hão-de dizer: “Todo rapaz é assim…
Por um beijo de amor tem sempre ao lábio um “sim”…

“Que lhe importa lá dentro o escravo coração
Bata nervosamente a reclamar que não?”

O amor prende, o amor cega, o amor faz o que quer,
Fêz-me, portanto, amar a primeira mulher.

Infelizmente, nem ela própria acredita
Que se ame uma mulher que não seja bonita…

Judas Isgorogota

(Esse poema, arrupiou nos conversês meus de Marx e June de tal modo que virou expressão unissex. Judas dá as real: quem nunca amou uma mulher -gênero indefinido- que não é bonita? Hshshshshshs. SILIGÃO. ZEUS TA VENDO. O livro desse poeta reticente recebi de um amigo dos idos do IRC, se não me falha a memória. E, se podemos confiar na mesma, o recebi pelo primeiro nome do poêta, coisa que me obcecava na época. Tentei achar algo sobre o sujeito, achei bem pouco. Sei que nasceu em 1921 em Maceió, mudou-se pro Rio aos 23 anos de idade e morreu no ano que nasci, glorioso 79. Sei que esse não era seu nome verdadeiro, que nasceu Agnelo Rodrigues de Melo -AGNELO DE MELO-, que publicou 15 livros de poesia e foi traduzido para umas 10 línguas. A beleza não convencional é universal, claro. Rapaziada chega na vida cheia de frescurinha e jura que entende o que é amar. Quero ver admitir EM VERSO RETICENTE: EU AMEI UMA FEIA. SÓBRIO. Acho bonito e digno. Mas, claro, sempre tem otário que prefere poema sobre amei uma mulher que possuía capacidade cognitiva nula.)

Transaish louquissimaish

Transaish louquissimaish

Post sobre o mesmo tema: Power to the feio (eis que me repito e não nego)

Bate-papo com o autor DO MUNDO

Posted in bate-papo com o autor, poesia visual on 6 de junho de 2009 by mari messias

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