Arquivo de dezembro, 2008

Ah, o futuro

Posted in burn baby burn, quotes da rapeize on 29 de dezembro de 2008 by mari messias

Eduardo diz:
2009 vai ser BEEEEM MELHOR
Eduardo diz:
do que 2010
mari diz:
2009 vai ser bem melhor que 2012
mari diz:
DIZEM

VICKYCRISTINABARCELONA

Posted in deveras pessoais, idéia não tem dono, maconha, o mundo (essa folia), rubens ewald tchora on 28 de dezembro de 2008 by mari messias

Por que é que fodemos o amor? Porque não resistimos é do mal que nos faz. Parece estar mesmo a pedir. De resto, ninguém suporta viver um amor que não esteja pelo menos parcialmente fodido. Tem de haver escombros. Tem de haver esperança. Tem de haver progresso para pior e desejo de regresso a um tempo mais feliz. Um amor só um bocado fodido pode ser a coisa mais bonita deste mundo.

Miguel Esteves Cardoso


Bom, bom. Esse filme, que gera atrito nas rodas de amigos, me cativou deveras. Deveras mesmo. Coisa bizarra demais por vários motivos. Primeiro por ser do velho Allen. A sífilis parece ter ido para a cabeça, já que ele finalmente fez algo que realmente gostei. Segundo porque é sobre amor doente, coisa que desgasta nos primeiros 15 segundos.

Mas vamos aos meus fatos.

Eu acho que esse filme é, possivelmente, a única verdadeira comédia romântica que eu já vi.

Ele tem uns bons 5 personagens marcantes que, sim, sempre são estereotipos mas sem que isso queira dizer que o filme perde em profundidade ou qualquer coisa que o valha.

Diferente das comédias românticas onde Meg Ryan tenta nos enfiar na cabeça que amor é uma coisa pastosa e sem muito carisma, mas que dura pra sempre, não acaba com os créditos, nesse filme as coisas cumprem seus ciclos e os personagens seguem suas rotas eternas de amor-desamor-amor.

E o filme tem a subjetividade cada vez maior dos americanos que finalmente notam que cinema pode ser um pouco poesia e que cada pessoa pode fazer sua interpretação do que isso gerou ali, praqueles personagens, naquele momento.

E por mais que meus amigos fiquem se debatendo contrariamente: NÃO, ISSO NÃO. Sabemos que uma obra é feita da forma como é absorvida, mesmo que isso nos desagrade e afete nosso TOC. E se ela deixa espaço pra tantas maneiras de digestão, lindo, intencional ou não, isso a constitui.

E, como eu vejo, todos ali são tocados, alterados e maculados pelo amor. Talvez o personagem mais fodido, mais estático, seja o mais cativante a princípio. E eu sinto um certo aperto no peito por ele, coisa que acontece quando gostamos muito das coisas e elas passam a ser mais que coisas. Mas cest la vie (des choses).

*fim de um comentário confuso e hermético*

BTW: eu decidi que queria ver o filme por conta do cartaz, que coloco abaixo e achei lindíssimo

vickycristinabarcelonag

R.I.P. Eartha Pinter

Posted in ctrl+c ctrl+v, o mundo (essa folia), poesia visual on 26 de dezembro de 2008 by mari messias

remember-eartha-pinter

(obra de Eduardo Marx)

Tu buscas e ofuscas

Posted in maconha, o mundo (essa folia) on 25 de dezembro de 2008 by mari messias

Da série melhores buscas que te trouxeram até este blog, travesti:

29panph

como deixar uma virgem louca? (1)

histórias crossdresser (1)

justin timberlake completamente nu (1)

TULIO MARAVILHA NU (3) !!!!!

Histórico do Flerte Nerd

Posted in degredo no olimpo, deveras pessoais, idéia não tem dono, nadavê véiô, o mundo (essa folia) on 25 de dezembro de 2008 by mari messias

ONTEM

HOJE

Canal de IRC

Orkut/Facebook/Myspace/SU/TuaMãe

PVT

MSN

ICQ

Celular

Eu e Milton esses dias falamos sobre o fato de não existir mais um lugar onde as pessoas falam realtime, virtualmente, sem pré seleção feita por conhecidos em comum ou afins. Um papo de orfãos de #, IRC pros leigos, claro. Mas até que ponto é ilegítimo pensar isso?

Social Networks são muito mais cartões de visitas, ie, em teoria cada vez menos conhecemos pessoas randomicamente, sem que esse conhecimento seja intermediado por amigos (mesmo os virtuais), gostos, poses, etc etc. Por isso é compreensível que a maior parte das pessoas se esforce tanto nas redezinhas fazendo o descolé. Já diria o profeta (e que dia pra citar isso) somos quem podemos ser, sonhos que podemos ter.

O conceito de conversas realtime com completos desconhecidos está caindo em desuso no mundo virtual também. Depois da vida real, onde vivemos em grupelhos herméticos que mal respiram, estamos nos fechando para o desconhecido mesmo onde, supostamente, podemos alcançar isso de forma segura.

Eu vejo isso como uma tentativa de otimizar as relações humanas. E poderia citar exemplos infinitos, fora as redesociais já citadas como, por exemplo, MeetMoi, um serviço de encontros location based.

Mas acorre que (e se pararmos pra pensar nisso acabamos ficando um tanto surpresos) nossas melhores amizades e afetos em geral nem sempre o são pelo excesso de afinidade lógica, coisa tátil que pode ser otimizada de maneira direta VAPT VUPT, como abaixo.

Eu -> Ezra -> Tu = 100%

Ainda que isso seja relevante, eu acho que em geral  o intangível tem papel tão ou mais relevante. Ok, podem me chamar de fã de Octavio Paz, não nego, nunca neguei. E CITO:

Conversar

Em um poema leio:
Conversar é divino.
Mas os deuses não falam:
fazem, desfazem mundos
enquanto os homens falam.
Os deuses, sem palavras,
jogam jogos terríveis.

O espírito baixa
e desata as línguas
mas não diz palavra:
diz luz. A linguagem
pelo deus acesa,
é uma profecia
de chamas e um desplume
de sílabas queimadas:
cinza sem sentido.

A palavra do homem
é filha da morte.
Falamos porque somos
mortais: as palavras
não são signos, são anos.
Ao dizer o que dizem
os nomes que dizemos
dizem tempo: nos dizem,
somos nomes do tempo.
Conversar é humano.

(Trad. Antônio Moura)

Filosofias Sebowear

Posted in quotes da rapeize on 22 de dezembro de 2008 by mari messias

Marx: Ele é uma pessoa muito boa… de cama

Cherry: Difícil mesmo é falar “Luke, I’m your father” peidando

Mojo: Solidariedade TOTAL ao Marcelo Camelo

Mari: Poseidon, TENTA DE NOVO, COVARDE

Obregon: JESUS E CARLA PEREZ NAO AGRADARAM A TODOS. nao sou EU que vou agradar

Mari: Nada é tão simples que as pessoas não possam complicar

Noah (relendo Glauco Mattoso): Comer, comi. Não sei se fui comido.

mari diz:
nossa
mari diz:
eu tou bebendo desde
mari diz:
desde
FERNANDES, Paulo diz:
1990
mari diz:
quarta, possivelmente

fernanda obregon diz:
meu aniver 4 de janeiro
fernanda obregon diz:
VOU SERVIR SÓ ÁGUA
fernanda obregon diz:
água e engov

Sociologia

Posted in quotes da rapeize on 19 de dezembro de 2008 by mari messias

Cherry: Vi o Virgem de 40 anos e acho que daqui uns 20 anos vai rolar um remake chamado o Virgem de 16 anos.

SONETO 185 POSTIÇO

Posted in idéia não tem dono on 19 de dezembro de 2008 by mari messias

No tempo de Bilac ou de Camões
ficava favorável ao poeta,
por trás da amável ordem indireta,
brilhar na confraria dos chorões.

Jorrava inspiração aos borbotões,
mas tudo convergia à mesma meta:
fazer do seresteiro que soneta
palhaço das perdidas ilusões.

Poetas, seresteiros, namorados,
posavam todos eles de infelizes.
Quem lia, comovia-se: “Ai, coitados!”

“Imploro-te, sorrindo, que me pises!”,
diria um pobre Glauco, em baixos brados,
aos pés da menos linda das atrizes.

Glauco Mattoso

(um bom final de sexta, dia besta. ê, virou poesia. quanta ironia. hshshs.)

Remember Normandia

Posted in ieieie on 18 de dezembro de 2008 by mari messias

*momento verão*

Grécia em chamas

Posted in degredo no olimpo, poesia visual on 16 de dezembro de 2008 by mari messias

snap21