O amor inventado

Mad Girl’s Love Song

I shut my eyes and all the world drops dead;
I lift my lids and all is born again.
(I think I made you up inside my head.)

The stars go waltzing out in blue and red,
And arbitrary blackness gallops in:
I shut my eyes and all the world drops dead.

I dreamed that you bewitched me into bed
And sung me moon-struck, kissed me quite insane.
(I think I made you up inside my head.)

God topples from the sky, hell’s fires fade:
Exit seraphim and Satan’s men:
I shut my eyes and all the world drops dead.

I fancied you’d return the way you said,
But I grow old and I forget your name.
(I think I made you up inside my head.)

I should have loved a thunderbird instead;
At least when spring comes they roar back again.
I shut my eyes and all the world drops dead.
(I think I made you up inside my head.)

Sylvia Plath

XX

Foda esse poema da Plath, né? Nos lembra, também, que o belo&difícil -redun- é o amor real, não o inventado. Então, vou dormir feliz que tenho mais amor real&imortal que a galere de Sodoma. Familia et Famiglia, l’amour TRU. Danke you all, tem sido foda dividir o mundo com vocês. Claro, soft porn style, mas massa.

Aliás, essa coisa de SOFT PORN sempre me intrigou. É possível existir porn sem penetração? O princípio da coisa toda não seria EXATAMENTE isso? Fico realmente confusa com esses conceitos, juro. Segundo o José Paulo Paes, que ganhou a chave de oiro da Grécia (o que abre a chave de oiro da Grécia? Eis uma dúvida relevante), toda merda piora com a idéia de “consciência dividida” dos romanos, quando deixamos de lado a sacralização do amor/sexo/tudomaish e temos que ter duas vias pras coisas. Não pense porcaria, estamos falando de SOFTPORN.

Daí começou a rolar OPA, era um anjo em Sodoma, foimalz. All the time, juro. E, dizem, foi assim que surgiu o softporn. Com a clandestinidade religiosa do erotismo e a necessidade da indústria da época de encontrar novas formas de ver o milagre mais antigo do mundo. Priapo chorou no cantinho e o mundo nunca mais foi o mesmo.

Citarei uma coisa que me agrada muito e, ainda que não tenha relação aparente nenhuma, enfim, motivo pra que, estamos falando de softporn.

“Se nos homens os erros do amor ou da luxúria são tolerados devido ao atrevimento de seu sexo, nas mulheres eles são considerados pecados vergonhosos” (André Capelão)

Y tu achou que era moderno, né, bonito?

amor32

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Uma resposta to “O amor inventado”

  1. nandaobregon Says:

    não entendi muito mas adorei esse poema da Sylvia Plath.

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