O Destino dos Monstros (trecho)

A convivência com os monstros – e desde os primórdios – levou o mundo cristão a usá-los também para definir a Divindade

(…)

Mesmo no período renascentista, os monstros assumem funções amigáveis e em virtude justamente de sua impressionante feiúra. Desde a Antiguidade, nas artes da memória, por exemplo, aconselhava-se, para conseguir lembrar de palavras e conceitos, a associá-los aos diversos aposentos de um palácio ou aos diversos locais de uma cidade onde apareciam estátuas horripilantes, difíceis de esquecer.

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Os monstros terão, por fim, um enorme sucesso no universo heterodoxo dos alquimistas, onde simbolizarão os vários processos para se obter a Pedra Filosofal e o Elixir da Longa Vida – e podemos supor que para os adeptos das artes ocultas eles não pareciam assustadores, mas maravilhosamente sedutores.

(IN: ECO, Umbertão. História da Feura)

3 Respostas to “O Destino dos Monstros (trecho)”

  1. marx: uh, gatito
    mari: curupetito
    marx: mas não gosto do jeito que ele me olha
    mari: pq? pq parece que está sempre de saída?

  2. o filme Monster é meio ruim

  3. o filme monster tem uma gatinha fantasiada de feia
    no dia que colocarem gente realmente REALMENTE feia fazendo gatinha no cinema, acharei o oposto menos palhaço

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