Pyratas

(Em homenagem ao momento saí do armário, curto pornografia, que é um equivalente ao Ronaldo Esper assumindo que é gay, um poeminha putorro. Mais um trecho do meu poema de lendas familiares e pyratas.)

Canto VIII
Do amor embriagado (qual a maldade?)

Tão torta a dama
Admira não fosse donzela
Nem por desespero a queria na cama
Conquanto sua fama de cadela

A cada nova vista
Está o corpo mais nu
Sendo a dama hedonista
Talvez lho ceda o cu

Ao fim de outra jarra
Sossega o conflito
Estando na bandarra
Talvez não seja delito

Eis que tudo esquece
Quando uma pequena mão
Em suas calças desce
E o gosto lho obriga
E a putaria lho apetece

Não conheceu o amor
Com Ana Bela
Não o conheceria jamais
Fosse por escolha dela
Com Ana conheceu o pecado
Degredado em seu cono
Praticou o desavergonhado
Metendo em seu forno
Até ter o pisso esfolado

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4 Respostas to “Pyratas”

  1. Gênio.

  2. aeee, adoro ver meu santo nome não ser usado em vão.
    hehehe

  3. […] (uhu, mais um pedaço dos pyratas. outros dois aqui e aqui. incapacidade de dormir é uma […]

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